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O sistema do Sense · com o cliente ela se apresenta como Sensia
No modo Rascunho ela nunca envia nada — escreve no campo e você decide. É assim que se começa. No Automático ela envia, mas com 4 segundos para você cancelar.
Idioma automático é importante por causa do Galeão: é aeroporto, escrevem em inglês e espanhol o tempo todo. O conhecimento continua em português e ela traduz na hora — mas nunca muda um valor, um horário nem um telefone.
Cada insistência espera o dobro da anterior. Com 4 horas: a primeira sai 4 horas depois da sua última mensagem, a segunda 8 horas depois dessa. Nunca fora do horário acima — ninguém quer ser cobrado às 3 da manhã. Se a espera for de 6 horas ou mais, também nunca duas no mesmo dia; abaixo disso vale o que você escolheu aqui, porque quem põe 10 minutos está pedindo justamente isso.
A janela de 24 horas do WhatsApp manda em tudo. Depois que ela fecha, texto livre não passa — só um modelo aprovado pela Meta, dos que você marcar logo abaixo. Se você não marcar nenhum, a IA não manda nada fora da janela. É de propósito: uma mensagem que a Meta rejeita não chega ao cliente e você nem fica sabendo.
Se o cliente voltar a falar, a conta zera: ele deixa de ser alguém que sumiu e vira uma conversa normal outra vez.
O segundo campo era um buraco de verdade. A regra “só respondo o que chegar de agora em diante” fazia a IA marcar como vista a primeira mensagem de toda conversa que ela ainda não conhecia — e um lead novo é sempre uma conversa que ela ainda não conhece. Resultado: nenhum lead novo era respondido. Agora quem decide é a idade da mensagem, não o fato de ser a primeira vez. Mais velha que isso, ela não mexe: é histórico, não é trabalho de agora.
O menu do raio ⚡ do Kommo mistura duas coisas que parecem iguais na tela e não são: atalhos internos, que servem para colar texto rápido enquanto a conversa está aberta, e templates aprovados pela Meta, que são os únicos que o WhatsApp entrega depois que passam 24 horas sem o cliente falar. O Kommo não marca a diferença em lugar nenhum que dê para ler da tela — por isso marca você. O padrão é não aprovado: na dúvida, a IA fica quieta.
A segunda coluna é o contrário: nunca usar. São os modelos que a IA não deve tocar em hipótese nenhuma — disparos de campanha, robôs de qualificação, coisas de outro fluxo. Ficam guardados, mas fora do alcance dela. Os que vieram do Kommo sem texto nenhum (os TAU Mia, TestBot, Robô de NPS) já entraram marcados sozinhos: se o corpo é igual ao nome, aquilo não é uma mensagem.
Vale é dinheiro emitido. Em “Prepara e avisa”, ela lê os dados da conversa, preenche o gerador e te chama para conferir e clicar. Nunca emite antes do comprovante.
Esta lista curta virou um atalho: são os testados do dia a dia. O catálogo inteiro da OpenRouter está logo abaixo — e qualquer um de lá também pode ser escolhido.
Responder é o do dia a dia: escreve as mensagens. Visão só entra quando chega imagem — transcreve o comprovante uma vez e devolve o texto para o outro continuar. Ferramentas assume quando a conversa precisa de agenda ou vale, que é onde modelo fraco mais quebra. Deixar Ferramentas vazio quer dizer o mesmo do Responder. Reserva é quem entra se o de Responder falhar — você escolhe quem é, e ele só entra com o interruptor aqui embaixo ligado (ao escolher um, o painel liga o interruptor para você e avisa; se você desligar depois, a escolha fica guardada mas não vale). Digite na caixa de cima para procurar no catálogo inteiro; ao lado de cada nome vêm os dois preços, em US$ por milhão de tokens — entrada e saída. A entrada é a que manda no custo de WhatsApp (vai junto o histórico, a base de conhecimento e as instruções), mas as duas são bem diferentes: um modelo de 0,10 de entrada pode cobrar 0,40 de saída.
Depois dos dois preços, cada nome traz o que ele custa por RESPOSTA — que é o número com que se decide. Barato por token não é barato por mensagem: como em toda conversa de WhatsApp vai junto o histórico inteiro, quem manda no valor é o tamanho da entrada, e dois modelos com preços parecidos por milhão podem custar o dobro um do outro por mensagem. A conta usa o consumo médio medido nesta casa atendendo clientes (o mesmo que aparece no quadro de Gasto), e por isso é uma estimativa, não uma promessa — a resposta de hoje pode sair mais curta ou mais comprida que a média.
Visão é o papel mais travado dos três. Para Responder e Ferramentas, o cérebro aceita
qualquer modelo do catálogo. Para Visão, não: ele só usa o que você escolher se esse
modelo estiver na lista curta que veio da sincronização — são os marcados com ✔ no menu.
Qualquer outro ele troca calado por google/gemini-2.5-flash-lite, que é
também o que ele usa quando o menu fica vazio (aqui, vazio não quer dizer “o mesmo do
Responder”). Enquanto for assim, escolher um ⚠ grava a escolha aqui e não muda nada lá.
Esta fila é só do vale: não atende cliente nenhum no WhatsApp. O 1.º lê o texto; os outros entram, na ordem, se o anterior falhar. Deixando tudo vazio, quem lê é a fila de Responder ali de cima — que é o que acontece hoje, e costuma ser um modelo pago.
Os avisos ali em cima são isso mesmo: avisos, não proibição. Modelo sem visão, sem ferramentas ou custando mais de US$ 1,50 por milhão de entrada continua podendo ser escolhido — só não vai ser escolhido sem ninguém ver.
Esta tabela tem TODOS os modelos que existem hoje — nenhum foi apagado. O que ela mostra ao abrir são só os que servem para atender cliente aqui; o menu Para que serve, logo abaixo, tem (todas as gavetas) e traz o resto de volta na hora. O número aí em cima, à direita, diz sempre quantos estão à vista de quantos existem. Debaixo do nome de cada um está escrito, em português, o que ele sabe fazer: se usa a agenda e o vale, se lê imagem, quanta conversa cabe na memória dele. Para achar o seu, use a caixa Procurar ou os menus; clique no título de qualquer coluna para ordenar por ela — em Já usei, dois cliques põem no topo os que esta casa já rodou atendendo clientes (o que só foi usado nas provas do sistema não conta aqui — esse gasto tem a sua própria caixa em Gasto).
São dois preços, e os dois estão aqui: Entrada US$/1M e Saída US$/1M — por 1 milhão de tokens, e um token é mais ou menos três quartos de uma palavra. Eles costumam ser bem diferentes (0,10 de entrada com 0,40 de saída é comum, e há casos de oito vezes). O que pesa numa conversa de WhatsApp não é a resposta, é a entrada: vai junto o histórico, a base de conhecimento e as instruções. Por isso a coluna da entrada manda no custo — mas quem escreve respostas longas sente a de saída.
Cuidado com a palavra “grátis”: há dois tipos, e um deles cobra em conversas de cliente. Os marcados GRÁTIS DE VERDADE foram testados aqui e respondem de graça com a proteção de dados ligada. Os marcados ⚠ grátis, cedendo as conversas só respondem se o que o cliente escrever — nome, telefone, tudo — puder virar treino do fabricante; com a proteção ligada eles recusam — e o que acontece a seguir é a sua escolha, no interruptor lá em Quem faz o quê: ou atende (e cobra) o reserva que você escolheu ali, ou não atende ninguém e aparece o motivo. Repare que aqui o reserva automático não serve de nada: um grátis não tem nada mais barato abaixo dele, e sem escolha à mão o cérebro não sobe de preço. E há um terceiro grupo, grátis (não testado): preço zero no catálogo e ninguém sabe ainda de que lado ele cai. O menu Preço separa os três.
Nem todo modelo desta lista serve para atender cliente. Há os que conversam e mexem na agenda e no vale — são esses que este menu traz de saída. Há os que só conversam: falam bem, mas não marcam horário nem emitem vale. E há três grupos que não servem aqui: os feitos para programar (ferramentas de programador, não atendem ninguém), os de escrita criativa e personagem (inventam história, e vários não têm filtro nenhum) e os que fazem imagem ou som em vez de responder escrito. Ainda há as cópias em fila (:batch): é o mesmo modelo pela metade do preço, só que a resposta não sai na hora — por isso apareciam duas vezes e a mais barata era a que não serve. Grátis e pago existem em todos os grupos: os dois menus se cruzam, o de gaveta e o de preço.
Marque 2 ou 3 para comparar. A conta de “mil respostas por mês” não é chute: sai do consumo médio real das respostas a clientes que está em Gasto, entrada e saída somadas — as provas do sistema não entram nessa média, e é melhor assim: elas mandam textos que não se parecem com uma conversa de WhatsApp. Enquanto não houver histórico suficiente, ela usa 2.000 tokens de entrada e 200 de saída — e avisa que está estimando.
Qualquer modelo daqui pode ser escolhido. O servidor passou a aceitar todo id que estiver neste catálogo — a trava antiga, que só deixava usar a lista curta, virou aviso: quando o escolhido não lê imagem, não usa ferramentas ou custa mais de US$ 1,50 por milhão de entrada, aparece a etiqueta dizendo isso, e nada é bloqueado. A lista curta lá de cima continua existindo como o cantinho dos testados.
Modelo aposentado não some sozinho desta lista — mas fica riscado. Este catálogo é um retrato, e a OpenRouter aposenta modelos toda semana: o retrato de 06/08 carregava doze que já não existiam, e escolher um deles não dá erro nenhum na tela — dá 404 lá no cérebro, calado, e a IA fica muda. Por isso, toda vez que esta página abre, ela pergunta à OpenRouter quais ainda estão no ar (é uma consulta pública, não custa nada e não usa a sua chave) e marca os aposentados com ✖ SAIU DA OPENROUTER. Escolher um deles pede confirmação, e o quadro no topo avisa se algum dos três papéis já estiver apontando para um. O botão Atualizar catálogo tira os mortos e traz os novos de uma vez.
A gestora de IA começa podendo o básico do dia a dia — CRM, vale-presente, conversas e eventos. O resto você solta uma coisa de cada vez, aqui em cima. Trocar a chave da API e mexer nestes acessos continua só com você.
Chave em uso: —
Ninguém consegue ler esta chave pelo navegador — nem você, nem quem invadir o site. Só o Worker a enxerga. Aqui você só pode trocar.
É o endereço da função ia em Supabase → Edge Functions.
Se um dia ela mudar de lugar, é só trocar aqui — nada mais precisa ser mexido.
| Dia | Quem respondeu (e cobrou) | Chamadas | US$ |
|---|
Este é o modelo que respondeu de verdade e cobrou —
nem sempre é o que você escolheu. Quando um dia aparece marcado como reserva, é porque o
seu escolhido falhou naquelas respostas e outro modelo respondeu no lugar dele. Quem decide se
isso pode acontecer é o interruptor lá em Quem faz o quê.
Estes números são só o que os seus clientes gastaram, e são os que contam para o teto
do dia e do mês.
As baterias que verificam se a IA está a responder certo também chamam modelos, e também custam. Antes entravam misturadas no número aí de cima e era por isso que ele não batia com o painel da OpenRouter. Agora ficam aqui: continuam à vista, só deixaram de inflar a conta dos clientes — e deixaram de comer o teto do dia.
| PC | Unidade | Usa a IA | Faz vale | Responde | Pode ligar | Ativo | Último uso |
|---|
Usa a IA = a janelinha aparece no Kommo e no Trinks daquele PC. Desligue e ela some da tela —
o computador continua fazendo vale-presente normalmente. É assim que se dá o vale a alguém sem dar a IA.
Só um PC por unidade deve ter “Responde” ligado. Os outros observam e mostram o rascunho.
Desligar “Ativo” corta aquele PC na hora, mesmo longe de você.
Pode ligar = esse computador consegue ligar a IA de todo mundo pelo interruptor da barra do navegador.
Deixe ligado só no seu PC. Nos outros, o interruptor da barra só serve para PARAR ali.
| Computador | Quem usa | Versão | Onde | Visto | Autorizado |
|---|
O apelido é seu — clique em Dar nome e escreva “PC da Lica”, “Recepção Tijuca”. “Quem usa” é o nome que aparece logado no Trinks, quando dá para ler.
Nada pendente.
| Nº | Imagem | Título e descrição | Unidade | Pode enviar |
|---|
Prioridade 0 = entra só quando o assunto bate com as etiquetas (é o certo para tabelas de preço). Prioridade 1 a 9 = entra em TODA conversa — use só para regras curtas e importantes, senão o custo sobe.
| Tipo | Unidade | Título e conteúdo | Pri | Ligado |
|---|
| Contato | Unidade | Estado | Etapa | Quando |
|---|
| Quando | Tipo | Mensagem |
|---|